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Cammy Sachs assistiu na tv

"Legal até o ponto que fica emo. E acho que sou velha demais pra gostar de uma coisa tão videoclíptica. Ainda vale a pena assistir pelas brutalidades quase DBZ. Todo filme de herói devia se inspirar mais em DBZ."

enviado segunda-feira, 05 de outubro de 2009 as 14:44

Mi Mayfair assistiu no dvd

"O filme é muito bom, will smith como sempre, impecável :D"

enviado segunda-feira, 11 de maio de 2009 as 2:12

DANIELE SANTOS RODRIGUES assistiu no dvd

""O desenrolar da história é meio confuso mas o filme no final é bom.""

enviado quarta-feira, 06 de maio de 2009 as 19:41

Magnator assistiu no dvd

"Muito doido esse filme. É divertido, tem ótimos efeitos, a direção é muito boa, a trilha sonora é intigante, a fotografia também é impecável, mas o roteiro é sem sal. Tem idéias originais mas é confuso quando tenta explicar algumas relações entre os personagens. Acho que o fundamental do filme é a noção de responsabilidade social que está em cada um. O filme deixa transparecer a idéia de sacrifícios pessoais por um bem maior, a superação pessoal e a busca pelo reconhecimento coletivo. Então é um filme que diverte e instrui."

enviado domingo, 26 de abril de 2009 as 3:35

jessicardoso assistiu no dvd

"Viiiiageeem toootal, divertidinho! Aquela coisa boba que esperava, né? Para mim Will Smith é um p* de um ator, e tenho maior admiração por ele, então acabei curtindo. Mas boto fé que se não fosse ele, eu concluiria que perdi totalmente meu tempo."

enviado sábado, 25 de abril de 2009 as 21:13

Kinder assistiu no dvd

"Nem bom, nem ruim. Normal. Hora mais, hora menos."

enviado domingo, 29 de março de 2009 as 22:26

Caroline assistiu no dvd

"Bem ruim. Por ter o Will Smith de protagonista eu esperava um filme bem melhor."

enviado terça-feira, 20 de janeiro de 2009 as 10:44

Tailor R. Fontela assistiu no dvd

"O desenrolar da história é meio confuso mas o filme no final é bom."

enviado terça-feira, 20 de janeiro de 2009 as 3:00

zero assistiu no dvd

"Muito ruim, Jesus!"

enviado segunda-feira, 12 de janeiro de 2009 as 0:21

Mauro assistiu no dvd

"Começa bem, mas logo quando a trama começa a engrenar vem um plot twist decepcionante e tudo descamba num filme de ação sem cérebro como tantos outros. Mais ou menos a mesma sensação quando vi o Hulk (de 2003). "

enviado domingo, 04 de janeiro de 2009 as 17:33

Emanuel assistiu no cinema

"O filme é bom. Tem ótimos efeitos especiais e Will Smith criou um personagem engraçado e rabugento. Como sempre, ele está ótimo! Só não digo que o filme é MUITO BOM porque não fiquei enpolgado. A história do personagem é boa. Ajuda a saber como ele surgiu e quais suas fraquezas.espero que tenha uma continuação com adversários mais elaborados e interessantes. Acredito que pode ser o início de uma boa franquia. "

enviado domingo, 14 de setembro de 2008 as 7:02

Weverton Naves assistiu no cinema

"O filme é legal e engraçado.. mas o enredo deixa um pouco a desejar... A história não se liga muito bem, mas só por ter o Will Smith vale a pena."

enviado quarta-feira, 20 de agosto de 2008 as 10:26

Núbia Caroline assistiu no cinema

"Eles foram feitos em pares, e para sobreviverem, conseguirem ser felizes, tinham que viver separados. Mas um sempre é atraído pra onde o outro está. mas nós somos meros mortais e temos a péssima mania de acreditar e confundir certas realidades, enfim um filme com uma mensagem embutida."

enviado terça-feira, 19 de agosto de 2008 as 17:01

cherry_lips assistiu no cinema

"Gente como eu gostei desse filme.. o will smith é o cara, manja muito como diria um amigo meu.... o filme em si não é grande coisa, mas é divertido sim. Não vale a pena ver no cinema, é melhor esperar pra ver em casa"

enviado terça-feira, 29 de julho de 2008 as 3:12

Salatiel Soares assistiu no cinema

"Um bom filme. A ideia de tirar sarro dos superherois é boa e sempre faz sucesso qndo posta na telona, efeitos especiais hollywoodianos, o problema que eu queria assistir um filme de comédia, o filme muda de genero bem no meio, de comedia/ação passa a ser drama/comédia. As atuações foram otimas."

enviado terça-feira, 22 de julho de 2008 as 21:33

CarlosE assistiu no cinema

"Normal. Tem algumas tiradas boas, mas nada mais que isso. Se o filme todo fosse como a cena final, ficaria mais interessante."

enviado quarta-feira, 16 de julho de 2008 as 22:17

thadeu assistiu no cinema

"Achei que seria mais comédia e mais zoador com o gênero super-herói. Mas não é... e o que resta é um filme com roteirinho bem fraco mas bem filmado e com bons efeitos especiais. Diverte, mas nada além disso."

enviado segunda-feira, 14 de julho de 2008 as 1:17

Vagner Mota assistiu por download

"Ouve muito alarde nesse filme, e resolvi baixar por medo de pagar para ir no cinema e o filme ser uma merda,assisti e agora eu digo: O filme é muito bom para distrair a cabeça,tem seus momentos engraçados mas nada que vc fique lembarndo e comentando depois.Will Smith é um ator competente e muito bom,porém esse não foi um de seus melhores trabalhos.Charlize Teron é muito apagada do filme,com um personagem que não sabemos ao que veio.O roteiro do filme me pareceu meio fraquinho,tá certo que é sobre redenção,porém muitas coisas foram deixadas ao vendo para poderem contar a história dentro de seus 91 minutos de filme. Se não fosse pelo tempo de filme e se o filme fosse vltado para ação e aventura deixando a comédia um pouco de lado,acho teria sido uma obra melhor.Assisti,achei legalzinho,porém não vale o dinheiro do ingresso."

enviado quinta-feira, 10 de julho de 2008 as 20:41

Pedro Pã assistiu no cinema

"O universo do super-heróis em "Hancock" - Algumas “criações” pecam por copiar descaradamente. Outras pecam ainda mais por fingir que nada copiam. O trunfo de “Hancock” é assumir-se como uma paródia com vida e estilos próprios. “Hancock” busca referências nas clássicas mitologias (anjos, divindades, deuses – a indicação mais forte desta prática pode ser observado na adoção, pelo herói, de um símbolo para defini-lo como tal, o símbolo de uma animal, um pássaro, utilização que se verifica associada às mais díspares religiões) e nisso busca harmonia com célebres clichês dos super-heróis. Se em um mundo onde são constantes as manchetes sobre desastres, violência e caos fica fácil explicar o “nascimento” de um herói, o difícil torna-se explicar a origem dos poderes de um super-herói de forma verossímil. Assim o caminho acertado é o de justificar tais poderes através de uma revelação final e não como ponto de partida da narrativa. Não é necessário explicar em detalhes. “Hancock é um deus? Ah, agora entendi...” Trailers já apontavam reverências óbvias ao universo dos super-heróis. Hancock apanha o veículo dos assaltantes em fuga e chuça o carro em um obelisco de um prédio de Los Angeles – talvez seja essa uma homenagem à cena abortada de “Homem-Aranha”, onde o “atirador de teias” prende o helicóptero de criminosos entre as duas torres do World Trade Center, outrora também um “monumento” norte-americano. Não podemos deixar de lembrar que para existir um super-herói, deve sempre existir um super-vilão (como bem teorizou o personagem de Samuel Jackson em “Corpo Fechado”) ou um super-problema. Nesse aspecto a divulgação de “Hancock” deu poucas pistas. Mas não há como criar um super-herói sem tomar como referência o maior de todos os heróis do gênero. Se o uniforme de Hancock traz a lembrança dos X-Men de Bryan Singer (e Hancock dá o troco no Ciclope – usar roupa de couro agarrada ao corpo não é muito mais másculo do que vestir o uniforme azul e amarelo da série animada), quase que todas as outras referências tendem a Superman. Qualquer pessoa sabe qual é a fraqueza do Super-Homem. Diferentemente, a maior fraqueza de um simples homem é a mulher. Superman e criptonita são o que restou de um planeta extinto. Apesar de terem uma mesma natureza, não existe algo que faça mais mal ao Homem de Aço do que a famigerada pedra verde. Também podemos dizer que o maior inimigo de “Hancock” é uma “criptonita”, que não é verde, mas belamente loira. E o nosso novo “Black Superman” não apenas tem super-força e o poder de voar. A expectativa que é criada com o seu salto de um prédio, no final do filme, está muito próxima da preparação para o salto de Batman, exibida nos trailers de Christopher Nolan. “Hancock” é tudo. Tudo quando tendemos a classifica-lo quanto ao gênero: um drama com pitadas de comédia, passando por empolgantes seqüências de aventura. Mas é principalmente tudo quando tentamos defini-lo como uma história de super-herói. “Hancock” copia bem e torna-se único, deixando o pressentimento de que ainda será bastante copiado. "

enviado segunda-feira, 07 de julho de 2008 as 13:49

Pedro Pã assistiu no cinema

" Hancock: Razoavelmente, um bom filme O recente longa estrelado por Will Smith entra na onda dos super-heróis apresentado o personagem título como um predestinado que ainda não descobriu sua missão nesse planeta. Apesar de ter sido vendido como uma comédia dramática, Hancock é na verdade um drama com toques de humor. Fala de um homem que se entrega à bebida por se considerar um pária e é assim que ele se sente cada vez que tenta ajudar alguém. Como não é um humano comum, não tem noção do impacto de suas habilidades e a falta de tato acaba por causar enormes estragos. Quando um RP entra em cena para ajudá-lo a ser mais humano é que as coisas começam a dar certo. Uma coincidência o coloca em contato com a única pessoa capaz de dizer quem ele realmente é. Mesmo com um enredo enxuto, sem reviravoltas extraordinárias, "Hancock" vai agradar ao espectador. A história não chega a ser original, já que é na verdade uma colcha de retalhos, repleta de pedaços de outras narrativas, usados para compor uma nova trama. Muitos trechos são previsíveis e há clichês, obviamente, como usar o destino como fonte das coincidências do filme. Os efeitos do longa são bons. Nada sensacional em termos de computação, mas convencem muito bem e até dariam conta de agradar se o filme fosse sobre o Homem-Aranha ou Superman. Vale destacar a parada forçada do trem, os pousos e decolagens, os estragos na casa do RP e a cena de "super" luta entre opostos no centro de Los Angeles. Aliás, o uso de opostos é bem feito, abordando o aspecto de equilíbrio e anulação de forças. Infelizmente, para quem assistiu muitos comerciais de TV e os trailers acaba não tendo grande entusiamo com esses elementos, revelados até a exaustão. O longa ganha quando investe no lado dramático e ao associar o tema dos heróis às mitologias de várias culturas, citando deuses e anjos. Ainda que seja um elemento já usado, funciona bem quando se tenta definir um ser superpoderoso e não foi muito pouco citado ultimamente. A película vai ter uma boa estréia no Brasil, mas não deve manter-se na liderança de faturamento, a menos que o carisma de Will Smith tenha se mantido intacto com o fracasso de "Eu Sou A Lenda". No geral, o grande erro mesmo é ter feito a divulgação de "Hancock" sob o aspecto do humor. Este só serve para fazer fluir a narrativa. A idéia do longa foi concebida como um drama psicológico e foi isso o que se entregou, mas o marketing errôneo gerou dúvidas a respeito do resultado. Deveriam ter deixado o personagem de Jason Bateman cuidar da publicidade do filme também. Nota do Crítico: Q Q Q Q Q Nota do Fã: + + + + + Por Régis Soares para o www.BHQmais.com"

enviado segunda-feira, 07 de julho de 2008 as 13:46

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