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Regi Colucci assistiu por download

"Este filme transpira sensibilidade. Neste caso, sensibilidade da diretora e dos protagonistas. Quem viu a menina Sarah Polley, aos 9 anos, no filme de 1988 As Aventuras do Barão de Münchausen não poderia prever a diretora madura que esta atriz viria a se tornar aos 27 anos. Sarah mostra que aprendeu tudo com a catalã Isabel Coixet, que a dirigiu com maestria nos tocantes filmes Minha Vida Sem Mim(2003) e A Vida Secreta das Palavras(2005). Perfeita a escolha do elenco. A inglesa Julie Christie dá um banho de interpretação e comove com a transformação de sua fisionomia, à medida que a doença avança. O desconhecido ator canadense Gordon Pincet nos deixa com um nó na garganta, como o aturdido marido da mulher doente. Sobretudo para quem viveu, ou observou de perto, o avanço do mal de Alzheimer num ente querido, Longe Dela é um filme muito, muito especial."

enviado quinta-feira, 08 de setembro de 2011 as 22:52

Vinícius assistiu no dvd

"Sensível ao extremo, Longe Dela tem como pano de fundo o Mal de Alzheimer, apenas como um mote para tratar do amor eterno e todas as suas concessões frente às dificuldades e ao inesperado. Adicionam-se a isso, as brilhantes e inspiradas atuações de Julie Christie e Gordon Pinsent e direção de Sarah Polley (a não menos brilhante protagonista de A Vida Secreta das Palavras e Minha Vida Sem Mim)."

enviado domingo, 18 de janeiro de 2009 as 11:26

ANGELLUS DOMINI assistiu no dvd

"Uma história emocionante e tocante, porem sem cair na pieguice. Julie Christie tem um das mais merecidas indicações e uma das mais injustas não premiação do Oscar. Gordon Pinsent, perfeito como o apaixonado Grant merecia ao menos uma indicação."

enviado sábado, 17 de janeiro de 2009 as 21:28

rodrigo assistiu por download

"fotografia absurda,..roteiro foda,...e julie christie no seu melhor,....!"

enviado segunda-feira, 08 de setembro de 2008 as 13:42

nando assistiu no cinema

"Apesar de triste, Longe Dela ("Away From Her") é bonito e retrata com clareza os problemas reais e simbólicos dos casais afetados por Alzheimer. E, pra além do drama específico, tenta um mergulho na amplitude do amor conjugal. Se há algum porém, é superado com sobras pela intensa interpretação de Julie Christie."

enviado segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 as 10:41

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